Felipe Corrêa. “Rediscutindo o Anarquismo: uma abordagem teórica”

Felipe Corrêa. “Rediscutindo o Anarquismo: uma abordagem teórica”itha teoria

Nesta dissertação acadêmica, Corrêa discute o anarquismo a partir de uma perspectiva teórica. Constatando a problemática teórica e histórica dos livros de referência do anarquismo, ele realiza uma “volta aos princípios”, escrevendo um novo e inovador “O que é o Anarquismo” que pode contribuir sobremaneira com investigações de caráter teórico e histórico. Além de discutir criticamente a bibliografia vigente, redefine o anarquismo por meio de um método que sugere ser mais adequado, a partir de um conjunto amplo de autores clássicos e contemporâneos dos cinco continentes, e reelabora a discussão sobre as correntes anarquistas, apontando os principais debates históricos ocorridos entre os anarquistas.

* Baixe o artigo completo aqui: Felipe Corrêa – Rediscutindo o Anarquismo.pdf

4 comentários

  1. […] meu amigo querido Felipe Correa, grande ativista/intelectual anarquista, disponibilizou sua tese de mestrado on line, “Rediscutindo o Anarquismo: uma abordagem teórica”. a Intro no site define o texto como […]

  2. […] meu amigo querido Felipe Correa, grande ativista/intelectual anarquista, disponibilizou sua tese de mestrado on line, “Rediscutindo o Anarquismo: uma abordagem teórica”. a Intro no site define o texto como […]

  3. Pelo que eu entendi, o Felipe Correa apenas considera o anarquismo social como anarquismo e desconsidera completamente o anarquismo individualista. Para ele o anarquismo é socialista e classista em sua essência. Dessa forma ele rejeita qualquer corrente anarquista que não esteja dentro desses limites.

  4. […] De fato, a partir do início do século XX o anarquismo foi tão presente em países como México, Cuba, Argentina, Brasil, Coreia, Japão, África do Sul, como foi na Europa. Ainda mais, muitos lugares foram pouquíssimo estudados para mesmo sabermos da presença anarquista, sua incidência histórica e seu desenvolvimento teórico. Hoje em dia, o anarquismo continua vivo e atuante em todos os continentes, com maior ou menor grau, como mostram trabalhos recentes feitos por fora do viés eurocêntrico, como dos sul-africanos van der Walt e Schmidt ou do brasileiro Felipe Corrêa. […]

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